Penamacor
Linda terra
Com vales montanhas e gente
Gente que sente e luta
Nesta vivência atroz
De quem sobrevive
Ao algoz.
Do tempo, da debandada
Por sonhos indescritíveis
Mas sempre acreditando
No que do Castelo é visível.
Didita
(Poema escrito em 1977)
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